I just wanna daaaance, justt wanna shake iiiit, just wanna juuump, just wanna screaaam!
Não aguento mais a loucura que tem sido a minha cabeça e o meu coração! Eu não sei o passo que devo ou quero tomar daqui a meio segundo!
O mundo seria bem mais fácil se o amor fosse livre e gente realmente não fosse da gente! Cada um mal é de si próprio quanto mais dos outros...
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
do zero
Começo do zero uma pequena transcrição de minha'lma.
Começo do nada a alegria e a decepção.
Começo de mim pequena, afogada na banheira e escorregadia de sabão. Começo por mim nanica assustada por monstros, imitados, em troca de qualquer minuto de silêncio.
Apaixonada por viver o sol em conjunto e fissurada por tecer o brilho da lua por mim e em minha própria companhia.
Acostumada com a crueldade do mundo, a crueldade primordial dos homens e suas ações.
Díficil foi parecer ter tanto, pois (de forma bem cliche) quem muito tem, demasiado tem a perder.
Simples era não ter nada e, igualmente, nada ter a se jogar ao vento, se não meus cabelos, meu corpo nú e suado e meu coração, pulsando e vibrando por mais.
Viver o risco, o perigo, proibido. Viver o hoje e que a consequencia do BEM VIVIDO seja o amanhã. Apostar todas as fichas que nao valiam nada. Viver em pé de guerra, em guerra de palavras estrategicamente posicionadas, esperando uma mera piscada pra desarmar o bom de boca, o salafrário, o vendedor frio de sentimentos.
Sinto-me meiga por não usar, eu mesma, as palavras como costumava. Por não fazê-las armas e usá-las para sangrar como poderia. Orgulhosa estou de meu bom senso interior por passar por cima minha mini diabólica alma e, assim, não fazer das palavras flechas de sedução e prazer, de autosuficiencia e futura alheia dependencia.
Que bondosa posso ser, poupando-lhes de minha persuasão diária e de minha vontade de pintar e bordar.
Começo do nada a alegria e a decepção.
Começo de mim pequena, afogada na banheira e escorregadia de sabão. Começo por mim nanica assustada por monstros, imitados, em troca de qualquer minuto de silêncio.
Apaixonada por viver o sol em conjunto e fissurada por tecer o brilho da lua por mim e em minha própria companhia.
Acostumada com a crueldade do mundo, a crueldade primordial dos homens e suas ações.
Díficil foi parecer ter tanto, pois (de forma bem cliche) quem muito tem, demasiado tem a perder.
Simples era não ter nada e, igualmente, nada ter a se jogar ao vento, se não meus cabelos, meu corpo nú e suado e meu coração, pulsando e vibrando por mais.
Viver o risco, o perigo, proibido. Viver o hoje e que a consequencia do BEM VIVIDO seja o amanhã. Apostar todas as fichas que nao valiam nada. Viver em pé de guerra, em guerra de palavras estrategicamente posicionadas, esperando uma mera piscada pra desarmar o bom de boca, o salafrário, o vendedor frio de sentimentos.
Sinto-me meiga por não usar, eu mesma, as palavras como costumava. Por não fazê-las armas e usá-las para sangrar como poderia. Orgulhosa estou de meu bom senso interior por passar por cima minha mini diabólica alma e, assim, não fazer das palavras flechas de sedução e prazer, de autosuficiencia e futura alheia dependencia.
Que bondosa posso ser, poupando-lhes de minha persuasão diária e de minha vontade de pintar e bordar.
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