Escrever era minha alma. Era aonde eu me entendia, me expressava.
Cantar era o exalar de minha alma. Era aonde eu praticava com sentimento meu entendimento.
É tão mesquinho ter alguém seguindo disfarçadamente meus passos e fazendo dela as minhas qualidades e as minhas evasões desse mundo atordoado. Uma pessoa de ego tão gigantesco e que me coloca pra baixo pra se ressaltar. É tão feio.
Hoje eu enlouqueço e giro por aí, porque a minha loucura ninguém pode me tirar, ninguém pode comparar.
É a essência, é a luxúria e a mais pura vontade com ação imediata.
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